Uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre as regras de distribuição das taxas governamentais sobre a produção de petróleo e gás — royalties e participações especiais (PE) — vai definir o futuro das contas públicas do governo do Estado do Rio e de algumas prefeituras fluminenses.
A mudança, prevista em uma lei de 2012 e suspensa por liminar do STF desde 2013, poderá inviabilizar o funcionamento das máquinas públicas, mostram projeções e alertam autoridades e entidades empresariais. Seriam em torno de R$ 21 bilhões por ano a menos nos cofres públicos, segundo alguns cálculos. O julgamento no Supremo será na próxima quarta-feira, em Brasília.


/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2026/j/J/oVcNLeTZ2CdD4vsl6cQA/104453548-ec-rio-de-janeiro-rj-27-09-2023-petrobras-navio-plataforma-p-71-instalado-no-campo-de-it.jpg)
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2026/6/3/ZCNhAKTGG4EZ55KacX3w/eco-03-05-royalties.png)


